Seis por metade de meia duzia...

"aquilo que se faz por amor está além do bem ou do mal". - Nietzsche

quarta-feira, 12 de março de 2014

HU/UFMA realiza Dia Mundial do Rim nesta quinta-feira

O Serviço de Nefrologia do Hospital Universitário (HU)/UFMA e a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) realizam, nesta quiata-feira, 13, o Dia Mundial do Rim em São Luís, com o tema “1 em 10. O Rim envelhece, assim como nós!”.

Nesse dia acontecerá, próximo à área de marcação de consultas do HUUFMA, distribuição de panfletos informativos, mostrando os cuidados que se deve ter com os rins, exibição de vídeos e um breve atendimento feito por profissionais da área, além de um stand montado no local pelas equipes do hospital, da UFMA e da UNA-SUS/UFMA (Universidade Aberta do SUS/UFMA).

Para o reitor da UFMA e nefrologista, prof. Dr. Natalino Salgado Filho, a prevenção ainda é a melhor arma no combate às doenças renais. “A necessidade de uma campanha de prevenção de doenças renais é necessária e urgente, haja vista os gastos que se tem com esse tipo de doença. Só no Brasil, são gastos mais de dois bilhões em tratamentos de doenças renais, por ano”, enfatiza o reitor.

O evento será uma grande oportunidade de a sociedade se ater aos principais riscos da falta de cuidados com os rins, órgão tão importante quanto o coração, sem, porém, ter a mesma atenção que este.

Reconhecida como um dos maiores problemas de saúde pública, a Doença Renal Crônica (DRC) acomete cerca de 500 milhões de pessoas no mundo inteiro, razão pela qual a prevenção ainda é a melhor forma de combater esse mal. Foi pensando nisso que a Sociedade Internacional de Nefrologia criou, em 2006, o Dia Mundial do Rim, comemorado sempre na segunda quarta-feira de março, com uma nova abordagem a cada ano.

1 em 10 - Os rins envelhecem junto com o nosso organismo e, com isso, vão perdendo eficiência progressivamente. Atualmente, um em cada 10 brasileiros tem algum problema renal. Estima-se que, em 2011, cerca de 10 milhões de brasileiros eram portadores de doença renal crônica. E o pior é que a maioria não sabe disso!

A prevenção é a melhor maneira de lidar com o problema, já que o tratamento das complicações renais é caro, o que o torna inacessível para grande parte da população. Só nos Estados Unidos, os pacientes terminais custaram 40 bilhões de dólares no ano de 2009. O Brasil gasta mais de dois bilhões de reais em tratamentos de doenças renais ao ano.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), em 1994 eram mantidos em programa de diálise no Brasil 24 mil pacientes, número que subiu para 97 mil em 2012 e que, atualmente, é estimado em mais de 100 mil pessoas, a maioria tratada pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

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