Seis por metade de meia duzia...

"aquilo que se faz por amor está além do bem ou do mal". - Nietzsche

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Wellington do Curso lamenta corte orçamentário da secretaria da mulher

Ao fazer referência à comemoração do dia da sanção da Lei Maria da Penha, celebrado ontem (7), o deputado estadual Wellington do Curso (PP) lamentou que o governador Flávio Dino (PC do B) tenha reduzido o orçamento da pasta que cuida das políticas enfrentamento das desigualdades e a defesa dos direitos das mulheres e aumentado o dinheiro destinado para a secretaria que cuida da publicidade e propaganda de seu Governo na internet, rádio e impressos.
“Vários são os casos de violência contra mulher, inclusive, no Maranhão. Infelizmente, aqui o Governador cortou quase R$ 6 milhões da Secretaria da Mulher para, tão somente, gastar em propagandas. Foi um corte de 62,5% no orçamento. E eu pergunto: por que isso? Você já presenciou cenas de violência contra mulher, não é mesmo? Violência não é apenas algo físico. Essa é só uma das formas. Há violência verbal (o xingamento, por exemplo), psicológica, sexual e tantas outras. Independentemente da forma, deve ser combatida. Embora o Governo do Estado seja omisso ante os vários casos, nós podemos fazer a nossa parte e, juntos, podemos denunciar os casos de violência contra mulher. Homem de verdade não bate em mulher. A vocês, mulheres, o meu carinho, respeito e admiração. Contem comigo!”, disse Wellington.
Em defesa das mulheres, o deputado Wellington já apresentou inúmeros projetos na Assembleia Legislativa. São propostas que, se aprovadas pela Casa e sancionadas pelo governador do Maranhão, implicarão no combate à violência obstetrícia e, ainda, na remoção da agente de segurança pública durante o período de gestação ou de aleitamento materno, entre outros.

Temer admite estudos sobre aumento da alíquota do Imposto de Renda

O presidente Michel Temer admitiu hoje (8), em entrevista em São Paulo, que existem estudos sobre o aumento da alíquota do Imposto de Renda, mas disse que não há nada decidido.


"Há estudos, os mais variados estudos, estudos que se fazem rotineiramente. A todo o momento a Fazenda, o Planejamento, os setores da economia, fazem esses estudos. E este é um dos estudos que está sendo feito, mas nada decidido", disse Temer após participar da abertura do 27º Congresso Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).



Temer falou também sobre a possibilidade de adoção do parlamentarismo como sistema de governo em 2018. Ao dizer que tem muita simpatia pelo sistema, Temer argumentou que o Brasil já fazendo “quase um pré-exercício de parlamentarismo”. Segundo o presidente, o Poder Legislativo era visto como um apêndice do Poder Executivo e, em seu governo, os dois trabalham juntos.


“Não é improvável que este exemplo que estamos dando possa em breve tempo se converter em um sistema semipresidencialista ou semiparlamentarista. Há de ser um sistema parlamentarista do tipo português ou francês, em que também o presidente da República, sobre ser eleito diretamente, ainda tem uma presença muito ativa no espectro governativo. Se [o parlamentarismo] puder vir em 2018, seria ótimo, mas, se não vier, quem sabe prepara-se para 2022.”



Reformas
Em discurso na abertura do congresso, o presidente elogiou as reformas já feitas em sua administração e as que ainda estão em andamento. Ele afirmou que faz um governo reformista, que busca colocar o país nos trilhos. “Este é um governo reformista, que busca colocar os trilhos no lugar para que quem chegar em 2018 possa apanhar a locomotiva e caminhar com naturalidade.”
Temer lembrou que, quando chegou ao governo, o país registrava inflação de quase 10% e que atualmente o índice está em 3%. “A taxa Selic, que estava em 14,25%, hoje está em 9,25% devendo chegar a 7,5% no final deste ano. Isso exigirá que a taxa de juros real também caia e isso vai significar possibilidade de crédito mais aberto”, disse.
O presidente destacou também que fazer a reforma da Previdência é prever o futuro e garantir a aposentadoria no futuro em um país como o Brasi,l no qual o déficit previdenciário foi de R$ 184 bilhões este ano e que deve chegar a R$ 205 bilhões no ano que vem, caso nada seja feito. “Se não fizermos nada. será dificílimo enfrentar os próximos anos. Pois só haverá recursos para pagar o funcionalismo público e a Previdência”.
Ele lembrou ainda que, no início do governo, não foi fácil propor o teto para os gastos públicos, que significa cortar na própria carne. “Muitos chamaram isso de PEC [proposta de emenda à Constituição] da Morte, que iria acabar com a educação e a saúde. Passou o tempo e construímos o orçamento pautados pela PEC da Morte e aumentamos a verba para R$10 milhões para cada área”. Quanto à reforma do ensino médio, Temer ressaltou que a proposta foi feita com base em trechos de vários projetos de lei propostos no Congresso Nacional. “Houve oposição e crítica, mas foi aprovada por mais de 95% de todos os setores”.
Temer disse também que foi positiva a reforma trabalhista. Ele ressaltou que a modernização da legislação foi obtida com diálogo aberto entre governo, empresários e centrais sindicais. Segundo o presidente, ao longo dos últimos 14 meses, seu governo tem prestigiado a iniciativa privada com a convicção de que o combate ao desemprego ocorre pelo estímulo à atividade do setor privado.
“Uma das tarefas é tentar mudar a cultura do Brasil dizendo que há desemprego, mas não querer que haja produção. Se você não incentivar a indústria, o setor de serviços, o agronegócio, como se criará emprego? É preciso incentivar a atividade conjugada de todos os setores da iniciativa privada”. Ele ressaltou ainda que o estado não pode prosperar se não transferir várias de suas atividades para a iniciativa privada. “É o que estamos fazendo. Estamos modernizando o país,” afirmou o presidente.
O título e o texto da matéria foram alterados às 14h25
Edição: Nádia Franco

Juiz flagrado dirigindo carro de Eike Batista perde cargo e aposentadoria



O ex-juiz federal Flávio Roberto de Souza foi condenado a 8 anos de prisão por ter ter se apropriado de R$ 24 mil e US$ 442 do empresário Eike Batista. O ex-magistrado, que ficou conhecido ao ser flagrado dirigindo um Porsche do ex-magnata, também foi sentenciado à perda do cargo e da aposentadoria — ele havia sido retirado da ativa compulsoriamente em 2015.
O veículo que deu "fama" a Souza havia sido apreendido por ordem do próprio juiz, quando estava à frente das ações criminais que o empresário responde.
Em 2015, o então juiz da 3ª Vara Federal Criminal do Rio determinou o sequestro e o arresto de bens de Eike Batista. A Polícia Federal apreendeu 38 itens do empresário, como automóveis — incluindo o Porsche Cayenne —, um piano de cauda da marca Yamaha e dinheiro em espécie: R$ 90 mil, 2.750 líbras, 1.850 euros e US$ 5.442.
De acordo com a denúncia do Ministério Público Federal, Souza determinou, na decisão cautelar, que os bens deveriam ficar na própria 3ª Vara Federal Criminal — o que não é comum, segundo uma servidora federal disse no processo. Além disso, o ex-magistrado levou dois carros e o piano para seu condomínio. O objetivo, segundo ele, era proteger melhor os itens.
Souza ser flagrado dirigindo o Porsche em fevereiro de 2015, a corregedoria do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (RJ e ES) abriu investigação contra ele. Só que o órgão não achou as líbras, euros e dólares que tinham sido apreendidos. A quantia em reais também estava desfalcada de R$ 27 mil, apontou o MPF. Posteriormente, segundo os procuradores, o então juiz entrou sem autorização em sua sala e devolveu parte do dinheiro. Ainda assim, ficou faltando R$ 24 mil e US$ 442 de Eike Batista, conforme o MPF. Por isso, o órgão denunciou Souza por peculato e fraude processual.
A defesa do juiz federal alegou que não havia provas contra ele e que o magistrado, à época dos fatos, sofria de problemas psicológicos que fizeram com que perdesse a noção da realidade.
Ao julgar o caso, o juiz da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, Marcelo Bretas, afirmou ter ficado claro que Souza cometeu o crime de peculato. Para o responsável pelos processos da operação “lava jato” no Rio, o ex-juiz federal agiu até com “certa premeditação”, pois determinou a guarda dos bens em lugar indevido já na decisão que ordenou a busca e apreensão deles.
Com relação ao delito de fraude processual, Bretas destacou que todos os servidores que foram ouvidos no processo disseram que o dinheiro foi colocado no armário da sala de Souza após ele visitar o local.
“Dessa forma, o suporte probatório comprova que o réu tinha pleno conhecimento de que estava sendo alvo de procedimento administrativo e agiu artificiosamente com o intuito de induzir a erro os juízes e servidores convocados pela Corregedoria para a investigação”, avaliou Bretas, que também refutou a alegação de insanidade de Souza.
Para juiz da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, a culpabilidade de Flávio Roberto de Souza é “intensa”, uma vez que ele era juiz federal quando cometeu os crimes. “Por isso, tinha conhecimento muito acima da média sobre a gravidade dos delitos imputados.”
Além disso, o responsável pela operação “lava jato” no Rio de Janeiro apontou que Souza “traiu valores que jurou obedecer quando de sua assunção à magistratura” ao praticar delitos.
“Concluo que, por se tratar o acusado de profissional com vários anos de experiência nas atribuições que exerceu tanto no Ministério Público Federal quanto na Justiça Federal, na seara criminal, sua capacidade de compreender o caráter ilícito de seu comportamento era bem superior ao dos demais membros da sociedade. Um juiz que aplica penas pela prática de crimes certamente considerou seus efeitos ao decidir, ele mesmo, delinquir. Pior do que isso, revelou-se um hipócrita”, criticou Bretas.
Dessa maneira, Marcelo Bretas condenou o ex-juiz federal a 7 anos de prisão por peculato e a 1 ano por fraude processual. O juiz da 7ª Vara Federal Criminal do Rio ainda determinou que ele pague reparação de R$ 25.390,85 e 100 dias-multa.
Aposentadoria compulsória
Em novembro de 2015, o Órgão Especial do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (RJ e ES) condenou Flávio Roberto de Souza à pena de aposentadoria compulsória ao julgar três processos administrativos disciplinares contra ele.
O primeiro processo tratava da apropriação de R$ 989 mil referentes a uma ação criminal contra um traficante espanhol, preso na operação monte perdido, e que estavam sob a custódia da 3ª Vara Federal Criminal, então comandada por Souza. Os outros dois procedimentos foram instaurados em razão do uso indevido de bens apreendidos de Eike Batista e por declarações dadas à imprensa que demonstraram a parcialidade dele no caso e puseram em dúvida a credibilidade da Justiça.
A aposentadoria compulsória é a pena máxima no âmbito administrativo e foi aplicada no julgamento das duas primeiras ações. Com relação ao último processo, a pena imposta foi a de disponibilidade. Souza continuará recebendo salário, mas de forma proporcional.
Clique aqui para ler a decisão.
Processo 0501610-15.2016.4.02.5101

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Mulher é condenada pela morte do marido após testemunho de papagaio

Uma mulher foi condenada pela Justiça americana pela morte do próprio marido. O papagaio da vítima foi o responsável por ajudar a elucidar o crime, que, após o assassinato, passou a repetir frequentemente a frase “Não atire, porra!” (“Don’t fuckin shoot”), enquanto imitava a voz de seu dono.
Martin Duran, de 46 anos, foi encontrado morto com cinco tiros na casa onde morava com a esposa, Glenna Duran, de 49 anos, em maio de 2015. A mulher, no entanto, foi declarada culpada apenas nessa quarta-feira (19), dois anos depois.
No fatídico dia, a mulher chegou a disparar um tiro contra a própria cabeça após matar o marido, mas sobreviveu. Desde então, ela negou a responsabilidade pelo assassinato. O testemunho do papagaio foi usado durante o processo judicial. Segundo os pais da vítima, a ave escutou o casal discutindo e passou a repetir as últimas frases do dono.
Fonte: Jornal de Brasília

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

CONSELHOS TUTELARES DE SÃO LUÍS - MARANHÃO

CONSELHO TUTELAR DA ÁREA CENTRO/ALEMANHA
Endereço: Rua Raimundo Correia, n° 32 – Bairro: Monte Castelo.
Telefone: (98) 3214-1074 / 98844-0151 / 98844-0171
E-mail: ctareacentro@hotmail.com / ctcentro01@yahoo.com.br

CONSELHO TUTELAR DA ÁREA COROADINHO /JOÃO PAULO
Endereço: Rua da Vitória, n°32B -Bairro: Coroadinho
Telefone: (98) 3214-3210/3214-3211/98843-0149/98844-0169
E-mail: ctcoroadinho@hotmail.com

CONSELHO TUTELAR DA ÁREA CIDADE OPERÁRIA/CIDADE OLÍMPICA
Endereço: Rua 09, Quadra 08, Casa 03 – Bairro: Jardim América
Telefone: (98) 3234-0880/ 3247-8548/98844-0168
E-mail: ctoperaria@hotmail.com

CONSELHO TUTELAR DA ÁREA ITAQUI/BACANGA
Endereço: Rua São José, n°03 – Bairro: Vila Bacanga
CEP: 65080-820
Telefone: (98) 3214-3212/3214-3213/ 98843-0150/ 98844-0170
E-mail: ctbacanga@yahoo.com.br

CONSELHO TUTELAR DA ÁREA VILA LUIZÃO / TURU
Endereço: Av. Vila Luizão, n°66 – Bairro: Vila Luizão
CEP: 65065-545
Telefone: (98) 3214-3214/3214-3215/ 988430347/ 988440167
E-mail: ctvl@bol.com.br

CONSELHO TUTELAR DA ZONA RURAL
Endereço: Rua Machado de Assis, n°01-A – Bairro: Vila Nova República
Telefone: (98) 3241-1008/ 98865-0305
E-mail: ctzrural@yahoo.com.br

CONSELHO TUTELAR DO SÃO CRISTÓVÃO/ SÃO RAIMUNDO
Rua 11, quadra, 58, nº 15 – Conjunto São Raimundo
Telefone: (98) 3257- 5692 / 98843-0346
E-mail: ctsaoraimundo@gmail.com

CONSELHO TUTELAR DA COHAB / COHATRAC
Endereço: Av. Sotero dos Reis, Casa 09, Bairro: Cohab Anil III
Ponto de Referência: Terminal Cohab
Telefone: (98) 99120-2850

CONSELHO TUTELAR ANIL/BEQUIMÃO
Endereço: Av. Edson Brandão nº 283 – Bairro: Cutim /Anil
Ponto de Referência: Em frente ao Ceuma III
Telefone: (98) 99133-3863

CONSELHO TUTELAR SÃO FRANCISCO / COHAMA
Endereço: Rua Inácio Xavier Carvalho , 426 Bairro: São Francisco
Ponto de Referência: Antigo Creas
Telefone: (98) 99125- 5718
E-mail: ctsaofrancisco.cohama@gmail.com

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

LAVA-JATO TRANSFORMOU O BRASIL NUMA BANANALÂNDIA, DIZ PROMOTOR


Os pretensos boys magia da Car Wash, na República de Curitiba, foram tragados por alguma espécie de histerismo paranóico diante de uma decisão tomada pela Câmara dos Deputados, em Brasília, que soterrou as desmedidas criadas e capitaneadas pelos magnânimos Redentoristas da Procuradoria da República. Travestido de projeto de iniciativa popular, as desmedidas apresentadas foram gestadas por longos meses no ventre de todos os Ministérios Públicos do Brasil, com utilização de expressivos recursos públicos.

Não me surpreenderia se tivéssemos a notícia de que palestras e assinaturas ao projeto fossem critérios de avaliação do estágio probatório dos que recém ingressaram na carreira.  Não se aventa, portanto, iniciativa popular nas medidas que propalavam necessárias para o combate eficiente à corrupção. Tudo foi um sortilégio. A iniciativa do projeto de lei é de um ente estatal chamado Ministério Público, o qual usou toda a sua estrutura e poder de fogo para buscar assinaturas de cidadãos induzidos a erro pelo título do projeto. O título do projeto de lei vendia combate à corrupção, mas o conteúdo dava ao cidadão também opressão e violação de direitos fundamentais.

De cunho autoritário, algumas delas buscavam solapar em suas bases o estado democrático de direito para que se erigisse, em seu lugar, um estado policialesco gerido por integrantes de um ministério cada vezes menos público e cada vez mais corporativo, unido na sanha persecutória inspirada no segregacionismo, na parcialidade seletiva e no sectarismo social, ideológico e político.                
O Projeto aprovado, e talvez deva ser essa a razão do ódio profundo que suas Excelências devotam ao parlamento integrado por deputados eleitos pelo voto popular, inclui responsabilização criminal para promotores e juízes, entre outros atos, por atos ilícitos por eles praticados, antes “punidos” apenas na seara disciplinar. Com arroubos próprios de primas-donas descompensadas, sem qualquer razoabilidade, “ameaçaram” renunciar caso o projeto legislativo seja sancionado pelo Presidente. Um motim praticado por altos servidores públicos, integrantes de uma Carreira de Estado, que estão no topo da pirâmide da remuneração estatal.  Este disparate dos Procuradores da República, junto com todo conjunto da obra, é algo inominável.

Queriam acaso poder violar, sem punição alguma, a Constituição e todas as leis do país? Acaso fazem parte de uma classe de superdotados infalíveis que deve ser colocada acima de todos os demais cidadãos para poder prejudicar com seus atos, impunemente, o cidadão, a nação e o país?  A bem pouco tempo, a lembrança me é vaga, os ilustrados integrantes da Car Wash diziam que a lei deve valer pra todos. Para todos, menos para eles.

A julgar pelo que falaram, vê-se que são muito ciosos de si e os únicos que podem fazer alguma coisa para salvar o Brasil. Passam a impressão, por este discurso mendaz e bravateiro, que a Procuradoria da República são eles e o resto dos seus pares constitui o rebotalho sem cérebro e sem estampa daquela instituição. Os demais membros do Ministério Público Federal não devem valer nem mesmo o auxílio-moradia que recebem, quanto mais o subsídio integral. É sério isso, preclaros jurisconsultos?  
Vê-se que os bem dotados juristas desta novel república nos ensinam sempre uma nuance jurídica que escapa aos simples mortais como nós.  Assim como, para dar um único exemplo, aprendemos com eles regras nunca antes vistas no cenário jurídico nacional ou mundial, do tipo que estabelecem conduções coercitivas sem lastro em Lei e na Constituição, aprendemos agora que a um membro do Ministério Público se concede a prerrogativa de dar às costas ao seu trabalho e ir voltar ao dolce far niente de seu gabinete ou o que quer que possa ser entendido como “voltar às nossas atividades”.

Pelo nível do discurso, deve-se entender que são uns incendiários da República que propalam proteger. Seu discurso toca as almas daqueles embebidos de ódio e rancor, em busca da destruição de um inimigo, qualquer inimigo, que possa dar vazão, como num transe, aos seus sentimentos mais violentos e lhes sirva de catarse.

Nos passam a impressão, falsa espera-se, que não tiveram outro interesse além de levantar, através do uso absoluto dos meios de comunicação, uma massa de cidadãos com os quais se alinharam, desde a primeira hora, na ação e na ideologia, no ódio e no rancor, para concretizar uma ruptura institucional de consequências nefastas para o nosso Brasil.  Neste domingo, 4 de dezembro, todo planeta saberá, mais uma vez, que tipo de manifestações de massa eles tiveram a capacidade de invocar, provocar e estimular sem se importar com quaisquer consequências.
É sintomático perceber, e também é um traço revelador do que se trata, que olhando para o passado vemos uma sincronia temporal mágica entre as ações destes paladinos da justiça, do Juiz Supremo, dos vazamentos, das grandes manchetes, dos eventos políticos e das manifestações de rua. Nós, comuns mortais, sequer conseguimos planejar com tal acurácia e eficiência um almoço em família num domingo. Estes caras respeitáveis, notáveis juristas e comportados piás de prédio, fizeram uma “revolução”, alinhando-se, desavisadamente espera-se, ao que tinha de mais retrógrado no esquema de poder que submete este país debaixo de uma canga desde 1500.  A história não os absolverá.

Graças a esses gênios, pioneiros da jurdisdição-espetáculo, teremos, ano que vem, eleição indireta para eleger o Presidente da República pela primeira vez desde o fim do regime instaurado pela Redentora Revolução de 64.  Graças a esses notáveis de vanguarda, temos uma ÚNICA operação policial comandando os destinos de um país inteiro, gestada à forma de um seriado de televisão para durar anos, indo para a 4ª temporada, enquanto o nosso país definha econômica, social e politicamente.  Cansados da “brincadeira”, esses luminares agora ameaçam “renunciar”.  
Transformaram nossa terra numa Bananalândia.  Nosso País, com o recrudescimento das divisões internas que vão se tornando a cada dia mais inconciliáveis está deixando de ser uma Nação. Aos poucos, também, o Brasil vai deixando de ser uma País soberano.
Não, a história nunca os absolverá.

Fuad Furaj é Promotor de Justiça do Ministério Público do Estado do Paraná.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

CRM denuncia: falta até material básico nos Socorrões…

Em carta encaminhada nesta segunda-feira à secretária de Saúde, Helena Duailibe, Conselho Regional de Medicina cobra providências para o caos que se implantou dois hospitais de emergência de São Luís, desmentindo a propaganda eleitoral de Holandinha


Esta situação não aparece na propaganda de Holandinha, mas ode ser constatada in loco, nos socorrões
Esta situação não aparece na propaganda de Holandinha, mas ode ser constatada in loco, nos socorrões
O que vinha sendo denunciado pelos pacientes ganhou ares oficiais nesta segunda-feira, quando o próprio Conselho regional de Medicina decidiu denunciar publicamente o caos nos dois hospitais de emergência de São Luís.
Falta tudo nos Socorrões I e II, desde material básico para cirurgia até material de higiene e limpeza.
– Este Conselho tomou conhecimento da precariedade na qual se encontram os Socorrões I e II, onde não existem materiais básicos, cirúrgicos e até de higiene – cobrou o CRM, em Ofício encaminhado à secretária de Saúde, Helena Duailibe (PMDB).
O caos nos Socorrões – diferentemente do que o prefeito Edivaldo Júnior (PDT) anuncia na propaganda eleitoral – já vinha sendo denunciado pelos próprios pacientes, obrigados a comprar, eles próprios, até gaze e esparadrapo para curativos.
E o problema se repete em todas a unidades de saúde sob o comando de Holandinha.

socorrao

Reta final favorece Eduardo Braide…

Apesar da intensa compra de votos e do uso da máquina na zona rural e na periferia em favor de Edivaldo Júnior, candidato do PMN entra na semana da eleição exatamente como queria: polarizado com o prefeito; e tem o trunfo do debate na TV Mirante para suplantar o adversário, que passa por treinamento intensivo para o confronto direto


Após o debate do primeiro turno, Eduardo passou a ser percebido pelo eleitor nas ruas
Após o debate do primeiro turno, Eduardo passou a ser reconhecido pelo eleitor nas ruas
O candidato do PMN, Eduardo Braide, tem uma única bala na agulha para vencer o segundo turno das eleições em São Luís: o debate da TV Mirante, na sexta-feira, 28.
Braide conseguiu chegar à reta final polarizado com Edivaldo; ora à frente, ora atrás, dependendo do instituto, mas sempre em condição de empate.
Diante da pancadaria que recebeu – e dos ataques pessoais desferidos pessoalmente até pelo próprio adversário pedetista – é o suficiente para que ele possa chegar ao confronto direto em condições de vencer, independente das ameaças, da compra de votos sistemática e da presença do governador no palanque de Holandinha.
As pesquisas já mostraram que o programa da TV Mirante terá influência sobre 65% do eleitorado indeciso. (Releia aqui)
Para se ter uma ideia do poder do debate, o próprio Eduardo Braide chegou ao segundo turno catapultado por este tipo de evento eleitoral. (Relembre)
Ele registrava 5% das intenções de votos, e ocupava a quarta colocação, um dia antes do debate do primeiro turno. Após o programa, subiu nada menos que 17 pontos percentuais e registrou quase 22% dos votos no domingo de eleição, tirando de Wellington do Curso (PP) a vaga no segundo turno.

Edivaldo Júnior também sabe da força dos debates, por isso fugiu de muitos, no primeiro e no segundo turno.
E sem ter como fugir do debate da Mirante, Holandinha está tendo que se submeter a um treinamento intensivo para parecer mais agressivo e mais preparado diante do adversário.
Tímido, submisso e com cara de bom moço, Edivaldo teve que mostrar até “cara de mau” na propaganda dos últimos dias, como treinamento para o confronto final.
Mas especialistas alertam que não há fórmulas para debates; ou se é ou não se é preparado para este tipo de programa.
A aposta num treinamento artificial de Edivaldo pode transformá-lo em uma caricatura de si mesmo, um produto de laboratório, facilmente percebido pelo telespectador.
E isso também pode ser vantagem para Braide…

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Pior prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior poderá perder para ele mesmo

Ao se submeter, mais uma vez, aos comunistas, fazendo da prefeitura um puxadinho do palácio, o prefeito poderá decretar sua derrota.
A coligação com o PSB estava pronta, e foi anunciada publicamente pelo próprio senador Roberto Rocha (PSB). Teria sido o caminho mais fácil para Edivaldo decidir a eleição no primeiro turno. Uma questão de lógica política.
Mas, quando foi informado oficialmente pelo deputado Weverton Rocha(PDT), presidente do partido do prefeito, o governador Flavio Dino deu chilique, quebrando três vasos raros do acervo do palácio.
Primeiro porque seu esforço de um ano em fazer Bira do Pindaré candidato do PSB tinha naufragado.
Segundo, porque viu ex-aliados avançar, deixando ele para trás na sua obsessiva disputa de 2018.
Diante disso, o governador vetou a coligação com o PSB para afastar o vereador Roberto Rocha Jr da chapa do prefeito, e em seu lugar impôs um desconhecido comunista, queimado entre os professores de seu sindicato.
Está muito claro que só teve segundo turno por causa do campo político com a candidatura do deputado Wellington do Curso, apoiado pelo PSB do senador Roberto Rocha. Até então todos diziam tratar-se de uma bolha, mas com o apoio, o seu tempo de TV saltou de trinta segundos para dois minutos e meio. É claro, também com apoio do PSD.
Wellington chegou ao teto de uma terceira via, ou seja 29% dos votos. E, no final, perdeu 9% de eleitores da classe média para o deputado Eduardo Braide, por conta exclusivamente do seu fraco desempenho no debate da TV Mirante.
Óbvio que Braide surgiu como o novo do novo por causa do contraste com Wellington.
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É por isso que Edivaldo Holanda Júnior poderá perder a eleição.
E o reflexo disso foi gerado quando o prefeito fez da prefeitura um puxadinho do palácio dos Leões, entregando a tarefa de governar a capital do Maranhão a um roedor comunista.
Agora, o governador destacou parte da sua tropa para ajudar Braide, acendendo uma vela vermelha para cada candidato.
Flavio Dino faz agora com Edivaldo o mesmo que fez com vários companheiros que o ajudaram a chegar ao palácio dos Leões.
Inúmeros políticos foram – e continuam sendo – traídos pelo comunista, desde um simples cabo eleitoral do interior do estado até um senador da República.
Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, que veio ao Maranhão várias vezes apoiar Flavio Dino em 2014, não quer nem ouvir falar o nome dele.
Ao descartar os seus principais aliados, ao ofender o prefeito eleito de São Paulo, a maior liderança emergente do partido de seu vice, o governador Flávio Dino, que também desdenha do PSDB, que o apoiou, talvez esqueça, ou queira ocultar, que o padrinho e avalista de Berlusconi na Itália foi a esquerda, pelas mãos de Betino Craxi, que depois a Itália dispensou para o lixo da história.
Não é honrado desrespeitar o voto de milhões de eleitores paulistas que, além de tudo, abriga o maior contingente de nordestinos fora do Nordeste.
O fato é que o governador vai se isolando no seu casulo ideológico, até o dia em que se verá isolado como um caricato déspota ruminando suas ambições de grandeza.

Josemar Sobreiro e Domingos Dutra participam de reunião para ajustar processo de transição governamental de Paço do Lumiar

Nesta segunda-feira, dia 17, o prefeito eleito de Paço do Lumiar, Domingos Dutra, junto com os membros da equipe de transição de governo, foram recebidos pelo atual prefeito do município, Josemar Sobreiro, com objetivo de acertar o tramite administrativo de transição governamental na cidade.
Na última sexta-feira, dia 14, o prefeito eleito enviou um requerimento ao então prefeito Josemar solicitando acesso a informações orçamentárias, contratuais e demais dados nas mais diversas áreas administrativas do município, como educação (senso escolar) e saúde.
A finalidade do pedido é assegurar a continuidade dos serviços já desenvolvidos no município, além da atualização dos dados administrativos.
“O prefeito Josemar manifestou completo interesse em disponibilizar ao prefeito eleito e sua equipe de transição acesso as informações e dados requeridos. Na próxima quinta-feira [dia 20] teremos uma nova reunião entre os membros das duas equipes, para que o governo apresente um cronograma das informações e, a partir daí, a equipe indicada pelo prefeito eleito possa conhecer a gestão e elaborar as ações que passarão a ser executadas em 1° de Janeiro”, explicou Egberto Magno, chefe da equipe de transição do prefeito Domingos Dutra.
“Tenho plena convicção que a atual gestão criará um ambiente político e administrativo indispensável para dar continuidade as ações desenvolvidas e ampliação de outras ações que buscam melhorar as condições da vida da população de Paço do Lumiar”, comentou Dutra em relação ao posicionamento do atual gestor.
Por sua vez, o prefeito Josemar afirmou que “prevalecerá a mais completa civilidade e republicanismo na transição de governo. O prefeito Domingos Dutra e sua equipe terão acesso aos dados que foram requeridos, dentro de um cronograma que vem a ser estabelecido”.
Durante a reunião, o prefeito Josemar ainda se comprometeu em publicar, ainda esta semana, o decreto municipal oficial, composto pelos nomes indicados por Dutra e pelo atual prefeito.
Na reunião estavam presentes ainda Bruno Leonardo, procurador geral do município; Gean Monteiro, secretario de administração e finanças e a advogada Núbia Feitosa.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Pior prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior poderá perder para ele mesmo

Ao se submeter, mais uma vez, aos comunistas, fazendo da prefeitura um puxadinho do palácio, o prefeito poderá decretar sua derrota.
A coligação com o PSB estava pronta, e foi anunciada publicamente pelo próprio senador Roberto Rocha (PSB). Teria sido o caminho mais fácil para Edivaldo decidir a eleição no primeiro turno. Uma questão de lógica política.
Mas, quando foi informado oficialmente pelo deputado Weverton Rocha(PDT), presidente do partido do prefeito, o governador Flavio Dino deu chilique, quebrando três vasos raros do acervo do palácio.
Primeiro porque seu esforço de um ano em fazer Bira do Pindaré candidato do PSB tinha naufragado.
Segundo, porque viu ex-aliados avançar, deixando ele para trás na sua obsessiva disputa de 2018.
Diante disso, o governador vetou a coligação com o PSB para afastar o vereador Roberto Rocha Jr da chapa do prefeito, e em seu lugar impôs um desconhecido comunista, queimado entre os professores de seu sindicato.
Está muito claro que só teve segundo turno por causa do campo político com a candidatura do deputado Wellington do Curso, apoiado pelo PSB do senador Roberto Rocha. Até então todos diziam tratar-se de uma bolha, mas com o apoio, o seu tempo de TV saltou de trinta segundos para dois minutos e meio. É claro, também com apoio do PSD.
Wellington chegou ao teto de uma terceira via, ou seja 29% dos votos. E, no final, perdeu 9% de eleitores da classe média para o deputado Eduardo Braide, por conta exclusivamente do seu fraco desempenho no debate da TV Mirante.
Óbvio que Braide surgiu como o novo do novo por causa do contraste com Wellington.
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É por isso que Edivaldo Holanda Júnior poderá perder a eleição.
E o reflexo disso foi gerado quando o prefeito fez da prefeitura um puxadinho do palácio dos Leões, entregando a tarefa de governar a capital do Maranhão a um roedor comunista.
Agora, o governador destacou parte da sua tropa para ajudar Braide, acendendo uma vela vermelha para cada candidato.
Flavio Dino faz agora com Edivaldo o mesmo que fez com vários companheiros que o ajudaram a chegar ao palácio dos Leões.
Inúmeros políticos foram – e continuam sendo – traídos pelo comunista, desde um simples cabo eleitoral do interior do estado até um senador da República.
Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, que veio ao Maranhão várias vezes apoiar Flavio Dino em 2014, não quer nem ouvir falar o nome dele.
Ao descartar os seus principais aliados, ao ofender o prefeito eleito de São Paulo, a maior liderança emergente do partido de seu vice, o governador Flávio Dino, que também desdenha do PSDB, que o apoiou, talvez esqueça, ou queira ocultar, que o padrinho e avalista de Berlusconi na Itália foi a esquerda, pelas mãos de Betino Craxi, que depois a Itália dispensou para o lixo da história.
Não é honrado desrespeitar o voto de milhões de eleitores paulistas que, além de tudo, abriga o maior contingente de nordestinos fora do Nordeste.
O fato é que o governador vai se isolando no seu casulo ideológico, até o dia em que se verá isolado como um caricato déspota ruminando suas ambições de grandeza.

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Justiça Federal de Londrina ordena o bloqueio de R$ 20 milhões do Whatsapp por descumprimento de ordem judicial

A Justiça Federal de Londrina ordenou, no dia 24 de junho, o bloqueio de quase 20 milhões de reais de contas Whatsapp em razão do acúmulo de multas relacionadas à ordem judicial que determinou a interceptação de mensagens do aplicativos, de usuários que eram investigados pelo tráfico de drogas na operação da Polícia Federal batizada de “Quijarro”, uma referência à cidade boliviana que faz fronteira com Corumbá e de onde partia a droga para o Brasil.
Esse valor se refere ao acúmulo de cinco meses de multas diárias, no valor de R$ 50 mil cada. A decisão não determinou o bloqueio do aplicativo.
A Polícia Federal considerou que o Whatsapp não colaborou com as investigações por não repassar as trocas de mensagens dos investigados na operação.
Essa decisão está de acordo com o que determina o Marco Civil da Internet – Lei nº 12.965/2014 – que determina que as empresas que não cumprirem as ordem judiciais referentes ao fornecimento de registros e dados de acesso de usuários, mediante ordem judicial, podem sofrer sanções como o pagamento de multas.
Ainda, a Lei nº 12.850/2013 – Lei das organizações criminosas – prevê que em qualquer fase da persecução penal, é permitida a interceptação de comunicações telefônicas e telemáticas, nos termos da legislação específica.
Fernando Peres, Advogado especialista em Direito Digital e Crimes Cibernéticos em Fernando Peres e Advogados Associados.

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