Seis por metade de meia duzia...

"aquilo que se faz por amor está além do bem ou do mal". - Nietzsche

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

CRM denuncia: falta até material básico nos Socorrões…

Em carta encaminhada nesta segunda-feira à secretária de Saúde, Helena Duailibe, Conselho Regional de Medicina cobra providências para o caos que se implantou dois hospitais de emergência de São Luís, desmentindo a propaganda eleitoral de Holandinha


Esta situação não aparece na propaganda de Holandinha, mas ode ser constatada in loco, nos socorrões
Esta situação não aparece na propaganda de Holandinha, mas ode ser constatada in loco, nos socorrões
O que vinha sendo denunciado pelos pacientes ganhou ares oficiais nesta segunda-feira, quando o próprio Conselho regional de Medicina decidiu denunciar publicamente o caos nos dois hospitais de emergência de São Luís.
Falta tudo nos Socorrões I e II, desde material básico para cirurgia até material de higiene e limpeza.
– Este Conselho tomou conhecimento da precariedade na qual se encontram os Socorrões I e II, onde não existem materiais básicos, cirúrgicos e até de higiene – cobrou o CRM, em Ofício encaminhado à secretária de Saúde, Helena Duailibe (PMDB).
O caos nos Socorrões – diferentemente do que o prefeito Edivaldo Júnior (PDT) anuncia na propaganda eleitoral – já vinha sendo denunciado pelos próprios pacientes, obrigados a comprar, eles próprios, até gaze e esparadrapo para curativos.
E o problema se repete em todas a unidades de saúde sob o comando de Holandinha.

socorrao

Reta final favorece Eduardo Braide…

Apesar da intensa compra de votos e do uso da máquina na zona rural e na periferia em favor de Edivaldo Júnior, candidato do PMN entra na semana da eleição exatamente como queria: polarizado com o prefeito; e tem o trunfo do debate na TV Mirante para suplantar o adversário, que passa por treinamento intensivo para o confronto direto


Após o debate do primeiro turno, Eduardo passou a ser percebido pelo eleitor nas ruas
Após o debate do primeiro turno, Eduardo passou a ser reconhecido pelo eleitor nas ruas
O candidato do PMN, Eduardo Braide, tem uma única bala na agulha para vencer o segundo turno das eleições em São Luís: o debate da TV Mirante, na sexta-feira, 28.
Braide conseguiu chegar à reta final polarizado com Edivaldo; ora à frente, ora atrás, dependendo do instituto, mas sempre em condição de empate.
Diante da pancadaria que recebeu – e dos ataques pessoais desferidos pessoalmente até pelo próprio adversário pedetista – é o suficiente para que ele possa chegar ao confronto direto em condições de vencer, independente das ameaças, da compra de votos sistemática e da presença do governador no palanque de Holandinha.
As pesquisas já mostraram que o programa da TV Mirante terá influência sobre 65% do eleitorado indeciso. (Releia aqui)
Para se ter uma ideia do poder do debate, o próprio Eduardo Braide chegou ao segundo turno catapultado por este tipo de evento eleitoral. (Relembre)
Ele registrava 5% das intenções de votos, e ocupava a quarta colocação, um dia antes do debate do primeiro turno. Após o programa, subiu nada menos que 17 pontos percentuais e registrou quase 22% dos votos no domingo de eleição, tirando de Wellington do Curso (PP) a vaga no segundo turno.

Edivaldo Júnior também sabe da força dos debates, por isso fugiu de muitos, no primeiro e no segundo turno.
E sem ter como fugir do debate da Mirante, Holandinha está tendo que se submeter a um treinamento intensivo para parecer mais agressivo e mais preparado diante do adversário.
Tímido, submisso e com cara de bom moço, Edivaldo teve que mostrar até “cara de mau” na propaganda dos últimos dias, como treinamento para o confronto final.
Mas especialistas alertam que não há fórmulas para debates; ou se é ou não se é preparado para este tipo de programa.
A aposta num treinamento artificial de Edivaldo pode transformá-lo em uma caricatura de si mesmo, um produto de laboratório, facilmente percebido pelo telespectador.
E isso também pode ser vantagem para Braide…

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Pior prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior poderá perder para ele mesmo

Ao se submeter, mais uma vez, aos comunistas, fazendo da prefeitura um puxadinho do palácio, o prefeito poderá decretar sua derrota.
A coligação com o PSB estava pronta, e foi anunciada publicamente pelo próprio senador Roberto Rocha (PSB). Teria sido o caminho mais fácil para Edivaldo decidir a eleição no primeiro turno. Uma questão de lógica política.
Mas, quando foi informado oficialmente pelo deputado Weverton Rocha(PDT), presidente do partido do prefeito, o governador Flavio Dino deu chilique, quebrando três vasos raros do acervo do palácio.
Primeiro porque seu esforço de um ano em fazer Bira do Pindaré candidato do PSB tinha naufragado.
Segundo, porque viu ex-aliados avançar, deixando ele para trás na sua obsessiva disputa de 2018.
Diante disso, o governador vetou a coligação com o PSB para afastar o vereador Roberto Rocha Jr da chapa do prefeito, e em seu lugar impôs um desconhecido comunista, queimado entre os professores de seu sindicato.
Está muito claro que só teve segundo turno por causa do campo político com a candidatura do deputado Wellington do Curso, apoiado pelo PSB do senador Roberto Rocha. Até então todos diziam tratar-se de uma bolha, mas com o apoio, o seu tempo de TV saltou de trinta segundos para dois minutos e meio. É claro, também com apoio do PSD.
Wellington chegou ao teto de uma terceira via, ou seja 29% dos votos. E, no final, perdeu 9% de eleitores da classe média para o deputado Eduardo Braide, por conta exclusivamente do seu fraco desempenho no debate da TV Mirante.
Óbvio que Braide surgiu como o novo do novo por causa do contraste com Wellington.
edivaldo h
É por isso que Edivaldo Holanda Júnior poderá perder a eleição.
E o reflexo disso foi gerado quando o prefeito fez da prefeitura um puxadinho do palácio dos Leões, entregando a tarefa de governar a capital do Maranhão a um roedor comunista.
Agora, o governador destacou parte da sua tropa para ajudar Braide, acendendo uma vela vermelha para cada candidato.
Flavio Dino faz agora com Edivaldo o mesmo que fez com vários companheiros que o ajudaram a chegar ao palácio dos Leões.
Inúmeros políticos foram – e continuam sendo – traídos pelo comunista, desde um simples cabo eleitoral do interior do estado até um senador da República.
Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, que veio ao Maranhão várias vezes apoiar Flavio Dino em 2014, não quer nem ouvir falar o nome dele.
Ao descartar os seus principais aliados, ao ofender o prefeito eleito de São Paulo, a maior liderança emergente do partido de seu vice, o governador Flávio Dino, que também desdenha do PSDB, que o apoiou, talvez esqueça, ou queira ocultar, que o padrinho e avalista de Berlusconi na Itália foi a esquerda, pelas mãos de Betino Craxi, que depois a Itália dispensou para o lixo da história.
Não é honrado desrespeitar o voto de milhões de eleitores paulistas que, além de tudo, abriga o maior contingente de nordestinos fora do Nordeste.
O fato é que o governador vai se isolando no seu casulo ideológico, até o dia em que se verá isolado como um caricato déspota ruminando suas ambições de grandeza.

Josemar Sobreiro e Domingos Dutra participam de reunião para ajustar processo de transição governamental de Paço do Lumiar

Nesta segunda-feira, dia 17, o prefeito eleito de Paço do Lumiar, Domingos Dutra, junto com os membros da equipe de transição de governo, foram recebidos pelo atual prefeito do município, Josemar Sobreiro, com objetivo de acertar o tramite administrativo de transição governamental na cidade.
Na última sexta-feira, dia 14, o prefeito eleito enviou um requerimento ao então prefeito Josemar solicitando acesso a informações orçamentárias, contratuais e demais dados nas mais diversas áreas administrativas do município, como educação (senso escolar) e saúde.
A finalidade do pedido é assegurar a continuidade dos serviços já desenvolvidos no município, além da atualização dos dados administrativos.
“O prefeito Josemar manifestou completo interesse em disponibilizar ao prefeito eleito e sua equipe de transição acesso as informações e dados requeridos. Na próxima quinta-feira [dia 20] teremos uma nova reunião entre os membros das duas equipes, para que o governo apresente um cronograma das informações e, a partir daí, a equipe indicada pelo prefeito eleito possa conhecer a gestão e elaborar as ações que passarão a ser executadas em 1° de Janeiro”, explicou Egberto Magno, chefe da equipe de transição do prefeito Domingos Dutra.
“Tenho plena convicção que a atual gestão criará um ambiente político e administrativo indispensável para dar continuidade as ações desenvolvidas e ampliação de outras ações que buscam melhorar as condições da vida da população de Paço do Lumiar”, comentou Dutra em relação ao posicionamento do atual gestor.
Por sua vez, o prefeito Josemar afirmou que “prevalecerá a mais completa civilidade e republicanismo na transição de governo. O prefeito Domingos Dutra e sua equipe terão acesso aos dados que foram requeridos, dentro de um cronograma que vem a ser estabelecido”.
Durante a reunião, o prefeito Josemar ainda se comprometeu em publicar, ainda esta semana, o decreto municipal oficial, composto pelos nomes indicados por Dutra e pelo atual prefeito.
Na reunião estavam presentes ainda Bruno Leonardo, procurador geral do município; Gean Monteiro, secretario de administração e finanças e a advogada Núbia Feitosa.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Pior prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior poderá perder para ele mesmo

Ao se submeter, mais uma vez, aos comunistas, fazendo da prefeitura um puxadinho do palácio, o prefeito poderá decretar sua derrota.
A coligação com o PSB estava pronta, e foi anunciada publicamente pelo próprio senador Roberto Rocha (PSB). Teria sido o caminho mais fácil para Edivaldo decidir a eleição no primeiro turno. Uma questão de lógica política.
Mas, quando foi informado oficialmente pelo deputado Weverton Rocha(PDT), presidente do partido do prefeito, o governador Flavio Dino deu chilique, quebrando três vasos raros do acervo do palácio.
Primeiro porque seu esforço de um ano em fazer Bira do Pindaré candidato do PSB tinha naufragado.
Segundo, porque viu ex-aliados avançar, deixando ele para trás na sua obsessiva disputa de 2018.
Diante disso, o governador vetou a coligação com o PSB para afastar o vereador Roberto Rocha Jr da chapa do prefeito, e em seu lugar impôs um desconhecido comunista, queimado entre os professores de seu sindicato.
Está muito claro que só teve segundo turno por causa do campo político com a candidatura do deputado Wellington do Curso, apoiado pelo PSB do senador Roberto Rocha. Até então todos diziam tratar-se de uma bolha, mas com o apoio, o seu tempo de TV saltou de trinta segundos para dois minutos e meio. É claro, também com apoio do PSD.
Wellington chegou ao teto de uma terceira via, ou seja 29% dos votos. E, no final, perdeu 9% de eleitores da classe média para o deputado Eduardo Braide, por conta exclusivamente do seu fraco desempenho no debate da TV Mirante.
Óbvio que Braide surgiu como o novo do novo por causa do contraste com Wellington.
edivaldo h
É por isso que Edivaldo Holanda Júnior poderá perder a eleição.
E o reflexo disso foi gerado quando o prefeito fez da prefeitura um puxadinho do palácio dos Leões, entregando a tarefa de governar a capital do Maranhão a um roedor comunista.
Agora, o governador destacou parte da sua tropa para ajudar Braide, acendendo uma vela vermelha para cada candidato.
Flavio Dino faz agora com Edivaldo o mesmo que fez com vários companheiros que o ajudaram a chegar ao palácio dos Leões.
Inúmeros políticos foram – e continuam sendo – traídos pelo comunista, desde um simples cabo eleitoral do interior do estado até um senador da República.
Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, que veio ao Maranhão várias vezes apoiar Flavio Dino em 2014, não quer nem ouvir falar o nome dele.
Ao descartar os seus principais aliados, ao ofender o prefeito eleito de São Paulo, a maior liderança emergente do partido de seu vice, o governador Flávio Dino, que também desdenha do PSDB, que o apoiou, talvez esqueça, ou queira ocultar, que o padrinho e avalista de Berlusconi na Itália foi a esquerda, pelas mãos de Betino Craxi, que depois a Itália dispensou para o lixo da história.
Não é honrado desrespeitar o voto de milhões de eleitores paulistas que, além de tudo, abriga o maior contingente de nordestinos fora do Nordeste.
O fato é que o governador vai se isolando no seu casulo ideológico, até o dia em que se verá isolado como um caricato déspota ruminando suas ambições de grandeza.

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